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Granfondo Monção



É já este domingo dia 18 de setembro de 2022 um dos mais emblemáticos, bonitos e acolhedores Granfondos e enquanto um dos eventos desportivos mais marcantes da região que é a origem do Alvarinho.


Assim, e para manter os elevados padrões de exigência que coloca a si mesma e os níveis de satisfação dos participantes, a Bikeservice voltou a inovar, renovando os percursos do Granfondo e do Mediofondo.


Com partida e chegada a Monção e passagem por Melgaço, a distância mais longa denominada Granfondo terá 124 quilómetros, o Mediofondo 90 e a mais acessível, o Minifondo, 66.


Sem querer estragar o prazer da descoberta das novidades, levantamos a ponta do véu para revelar que a ascensão a Fiães será a subida-rainha de um percurso que as paisagens do vale do Rio Minho e montes circundantes obrigam a que seja um festim para os sentidos.



Para este importante Granfondo a nossa equipa vai marcar presença com 3 ciclistas, onde depositamos toda a nossa confiança e certamente que vamos conseguir mais um top 10 ou então quem sabe mesmo uma subida ao pódio.


O QUE VISITAR EM MONÇÃO?


Situada bem na fronteira com Espanha, e dela separada pelo bonito Rio Minho, a vila de Monção regista ocupação humana desde tempos remotos, estando a sua fundação envolta em lendas e sobre a qual restam ainda bastante dúvidas.


Sabe-se que em 404 a.c. os Celtas conquistaram Monção e deram-lhe o nome de "Obobriga", e já em 40 d.c. Monção era já uma importante vila romana, chamada "Mamia". Ocupada pelos Suevos em 410 d.C., chamou-se “Orosion”, ficando traduzida para latim como “Mons Sanctus”, derivando daí “Monção“.


Com a formação do Reino Português, Monção torna-se num importante ponto defensivo, pela proximidade com a fronteira Espanhola, como se pode constatar pelo que ainda resta das Muralhas do seu Castelo. De facto, durante toda a Idade Média e em épocas posteriores, Monção foi palco de variadas lutas, curiosamente muitas delas tendo como protagonistas Mulheres, como é o caso de Deu-La-Deu Martins, D. Mariana de Lencastre Condessa de Castelo Melhor e o de Helena Peres.


Monção orgulha-se de ter sido o palco do Tratado da Ponte de Muro (1386) que sela o casamento de D. João I com D. Filipa de Lencastre, tendo sido um momento decisivo da independência de Portugal conquistada em Aljubarrota.


Diversos monumentos denotam a rica história desta vila, como a Românica Igreja Matriz do século XII, ou as Igrejas da Misericórdia e de Santo António dos Capuchos, ou a Fortaleza Militar, e as muitas Casas Senhoriais e Brasonadas que pululam na região, como o Palácio da Brejoeira, em estilo neo-clássico, ou a Casa das Rodas.


Um dos locais mais afamados da vila é a sua Estância Termal, integrada junto ao rio Minho, num bonito conjunto muito arborizado, estando as suas águas estão especialmente indicadas no tratamento de reumatismos, bronquites e afecções das vias respiratórias superiores.


No que toca à Gastronomia, Monção destaca-se pelo seu Cabrito assado no forno, pelo arroz de açafrão e pelo chouriço de Lordelo, bem como nos pãezinhos de Deuladeu e nas barrigas de freira, no que toca à doçaria.

Mas Monção é igualmente conhecido pelo seu vinho Alvarinho, sendo esta casta a mais nobre das castas de uvas da Região Demarcada dos Vinhos Verdes. O Alvarinho produz-se somente na sub-região de Monção, em terrenos pouco férteis e de meia encosta granítica, tendo exactamente sido desta região que Portugal exportou o primeiro vinho para Inglaterra.


Monção, terra de costumes e tradições é célebre pelas suas festividades populares, destacando-se anualmente, na Quinta-feira de Corpo de Deus, a Festa da Coca, que inclui um pitoresco «combate» ritual entre São Jorge e o dragão (a «coca»).




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